O Baenão viveu uma noite amarga neste sábado (25). Empurrado por sua torcida, o Remo acabou superado pelo Cruzeiro por 1 a 0, perdeu um tabu histórico dentro de casa e deixou o gramado cercado por protestos.
A derrota aumenta a pressão sobre o elenco e comissão técnica em um momento delicado da temporada. O Leão segue estacionado com oito pontos e continua ameaçado na tabela da Série A.
Raposa cresce e silencia o Baenão
O início teve intensidade e promessa de equilíbrio, mas o Cruzeiro rapidamente assumiu o controle da partida.
Com mais posse de bola e melhor circulação, a equipe mineira empurrou o Remo para trás e passou a rondar a área com frequência.
O gol saiu ainda no primeiro tempo. Arroyo recebeu com liberdade, ajeitou o corpo e bateu cruzado para vencer Marcelo Rangel e colocar os visitantes em vantagem.
Remo tenta no abafa, mas não evita tropeço
Na etapa final, o cenário mudou. O Remo voltou mais agressivo, adiantou suas linhas e passou a ocupar o campo ofensivo.
A torcida cresceu junto com o time, que criou pressão em bolas alçadas na área e lances de velocidade pelas pontas.
Apesar da entrega, faltou capricho na conclusão. As melhores chegadas pararam no goleiro rival ou saíram sem direção.
Marca histórica chega ao fim
O resultado teve peso além da tabela. Pela primeira vez, o Cruzeiro derrotou o Remo jogando em solo paraense.
A escrita favorável ao Leão caiu justamente em uma noite de grande expectativa, com bom público no Evandro Almeida e clima de decisão.
Ambiente esquenta para sequência
Depois do apito final, vaias e cobranças tomaram conta do estádio. O torcedor demonstrou insatisfação com o rendimento e com a sequência de resultados negativos.
Agora, o desafio azulino será transformar a pressão em reação rápida para evitar que a crise aumente ainda mais nas próximas rodadas.










